terça-feira, 26 de outubro de 2010

As Mentes Pequenas as Vezes tão Grandes

Tem gente que fuma, tem gente que bebe
Tem gente que luta, tem gente que cede
Tem gente que grita, tem gente que fala
Gente que reclama, outro se cala
Muitos a sonhar, outros a realizar
Alguns a ir, outros a ficar
Sentado no mar, sozinho no escuro
Deitado na cama, Porto Seguro
Homens objetivos, outro jogado a Deus dará
Esperando o vento, ou a vida passar
Esperando um dia, um tempo um lugar
Que nem sempre chega, um alguém pra amar
Assistindo um filme, ou na internet
Mantendo a tradição, ou a contemporaneidade
Rabiscando rabiscos, realismo a lacarte
Definindo o tempo, definindo a arte
Defendendo idéias de um pensamento
Como se fosse cimento, ninguém pode mudar
Essa idéia limitada, inflexível será
Se não martelarem o crânio, deixar o ar entrar
Pra faze-lo pensar, e o cérebro respirar
Por que não deixar, assim como está?
Cansei de defender, cansei de brigar
De murros tomados, esporros chingados
Objetivos alcançados, e a esperança pouca
A esperança de ter esperança, agora pouco concreta
será que chega, será que me espeta?
Fico no racionalismo, claro, racional
Esperando algo, que me toque o emocional


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